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quinta-feira, 14 de maio de 2009

UM POUCO DO MESTRE DO REPENTISMO


Gildo de Freitas

Gildo de Freitas (Porto Alegre, 19 de junho de 1919— Porto Alegre, 4 de dezembro de 1982), nome artístico do cantor e compositor brasileiro Leovegildo José de Freitas.

Possuia um estilo muito próximo ao do também tradicionalista Teixeirinha, com quem, apesar de algumas divergências, por vezes fez parcerias e rivalizava em popularidade.

Trabalhou em diversas profissões, mas era a rigor um trovador e cantador popular.

4 de dezembro, data de sua morte, foi instituído como Dia Estadual do Poeta Repentista Gaúcho no Rio Grande do Sul, pela Lei Estadual RS 8.814 de 10 de Janeiro de 1989.


Cronologia

1919 - Nasce em Porto Alegre, no bairro Passo D'Areia.

1931 - Gildo foge de casa pela primeira vez, aos 12 anos.

1937 - É tido como desertor, por não ter se apresentado à convocação militar. Envolve-se na primeira briga séria, onde morre um jovem amigo. Primeira prisão. Cria ódio da polícia.

Aos 18 anos Gildo de Freitas animava bailes em diversos Locais da Região Metropolitana e um desses bailes foi interrompido no meio da noite pela policia. Otavio 17 anos, amigo de Gildo responsável pela música juntamente com o Gildo era um guri esquentado. Reagiu a ordem dos Milicos dizendo que não iriam parar com o som coisa nenhuma. Os Pms não admitiram ter suas ordem não obedecida. O clima esquentou, garrafas , cadeiras voaram para todos os lados e Otavio acabou baleado. Ao ver a queda do amigo, Gildo se resolveu entregar. Terminando com as brigas imaginou que o parceiro receberia atendimento logo.Acabou sendo pior, dominado apanhou ainda mais. E ao ser informado da morte do companheiro, revoltou-se tanto que jamais conseguiria encarar um homem fardado sem reagir de forma virulenta.

Por essas e por outras se diz que Gildo de Freitas, gaiteiro, trovador, poeta popular e um grande brigão jamais entrou em pé em uma delegacia. Em todas às vezes (foram varias) que foi preso precisou ser arrastado para a cadeia e por muitos policias.

1941 - Casamento com dona Carminha. Passa a ter morada fixa no bairro de Niterói, em Canoas, grande Porto Alegre. Continuam os contratempos com a polícia.

1944 - Nasce o primeiro filho depois de dois perdidos. Gildo começa a viajar bastante e a ser reconhecido como trovador. A polícia mantém-se em cima.

1949 - Trovador com fama ascendente em todo o Rio Grande do Sul, desaparece de casa e reaparece na fronteira gaúcha. Em longa temporada passada no Alegrete, mal consegue caminhar, com problema de paralisia nas pernas.

1950/51 - Em São Borja, conhece Getúlio Vargas e entra em sua campanha política. Param as perseguições policiais. Primeira viagem ao Rio de Janeiro.

1953/54 - Faz fama como trovador nos programas de rádio ao vivo em Porto Alegre. Volta à viver no bairro Passo d'Areia com a família.

1955 - Encontro e identificação como Teixeirinha. Muitas viagens. Mudança para o bairro Passo do Feijó e abertura do primeiro bolicho.

1956/60 - Torna-se a maior atração do programa Grande Rodeio Coringa, nos domingos à noite. Mais viagens com Teixeirinha.

1961/62 - Declínio dos programas de rádio ao vivo, televisão começando. Gildo resolve largar de mão a "cantoria" e inventa de criar porcos.

1963 - Viagem a São Paulo para gravar o primeiro disco.

1964 - É lançado o primeiro LP. Em meados do ano é "convidado" a prestar depoimento sobre suas ligações com o trabalhismo.

1965 - Início da célebre disputa com Teixeirinha através dos discos. Jango o convida para viver no Uruguai e ele não aceita.

1970/77 - Várias internações em hospitais, sucesso popular das gravações, muitas viagens. A "briga" com Teixeirinha chega ao auge. Mudança para Viamão.

1978 - Inaugura em Viamão a Churrascaria Gildo de Freitas e dá início aos bailões.

1982 - Grava o último disco, para a mesma gravadora dos outros todos, a Continental.

1982 - Última internação em hospital, últimas aparições públicas em programas de televisão. Morte em 4 de dezembro.
Fontes: WIKIPÉDIA E
http://gildodefreitas.blogspot.com/Onde pussui o histórico completo com versos e letras.

Veja uma de suas apresentações no Galpão Criolo de 1983.

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